Autor Tópico: Não será o concelho de Mafra um exemplo a seguir?  (Lida 6820 vezes)

Offline alexandra.fss

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Não será o concelho de Mafra um exemplo a seguir?
« Responder #15 em: Dezembro 26, 2006, 17:47:33 »
quote:
Mensagem original enviada por lince

Caro Jopamafe:

"Note-se: não simpatizo com as ideologias do PS, mas tenho que concordar que desde a entrada do Dr. Carlos Miguel, se tem notado algumas melhorias."

Diga-me alguns exemplos dessas melhorias, pois até hoje não descobri nenhum!




Políticas à parte, ano após ano, presidente após presidente, Torres Vedras não passa da "cepa torta"... ! o que é que temos para mostrar aos turistas? O maior pai natal articulado? Uma pista de gelo? Uau... Não digo que seja uma má iniciativa, pelo contrário, mas não será necesário aplicar verbas e dar o concelho a conhecer de outra forma? No Verão, não existe absolutamente nada para ver em torres! O que não deixa aproveitar a afluencia de turistas que cá veem nessa época do ano!
Já saí de torres á 2 anos e volto lá todas as semanas para jantar com os meus pais e que diferenças vejo eu? Nenhuma! Quer dizer, á uns tempos apareceram misteriosamente umas linhas verdes pintadas na estrada, descentradas, que me fizeram pensar que raio de nova alteração tinham feito ao código da estrada... Acabei por descobrir que mostravam o traçado do novo autocarro ecológico! E pelos vistos (digo eu) havia uma sobra qualquer de tinta verde na câmara municipal... e que tal, em vez de tinta verde armazenarem branca, ou creme, para pintar algumas "paredes" públicas que se parecem com obras abstractas?? Ou fazer como algumas cidades, que imaginem, têm paredes de prédios inteiros (!) grafitadas (para os lados de setúbal, montijo, não posso precisar a cidade)? Recrutem os miúdos que acham que sabem pintar paredes (alguns até fazem coisas bonitas)! Fazia-se uma coisa que eles gostam e melhorava-se a "cara" da cidade!
Alexandrafss

Offline mere

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Não será o concelho de Mafra um exemplo a seguir?
« Responder #16 em: Dezembro 26, 2006, 19:01:09 »
Este tipo de discurso "Não será X um exemplo a seguir?" é, para mim, ridiculo não leva a lado nenhum.

Certamenente quem vive em Mafra olha para Torres Vedras e quando vê algumas coisas pensa "Não será Torres um exemplo a seguir?".

Tomo como exemplo o que foi dito acima, da construção sem "ordem" na Ericeira. A zona "antes" e "após" Ericeira é de meter medo. A zona "balnear" de S. Lourenço, Ribeira de Ilhas simplesmente não existe!
A AE que (vai) ligar Malveira a Ericeira é boa para quem quer pagar,e para quem não quer? Tem que fazer uma viagem BEM MAIS PENOSA do que a nossa "terrivel" Torres<->Santa Cruz.


E podia continuar. Acho que simplesmente não se podem comparar duas zonas distintas. Mafra/Ericeira é uma zona turistica, sempre o foi e sempre o será. Santa Cruz só o começa a ser à 20 anos para cá e como é óbvio leva tempo a perceber o que se deve fazer lá.

Espero que a CMTV NUNCA, mas NUNCA tome como exemplo a e Ericeira, acho um péssimo exemplo de zona balnear.
Se a minha opinião vale algo, acho o ex de S. Pedro Moel um bom exemplo a seguir.

Offline Viking

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Não será o concelho de Mafra um exemplo a seguir?
« Responder #17 em: Dezembro 26, 2006, 19:55:47 »
Caro Rodolfo Xavier,
Ambos os municípios possuem o seu ex-libris balneário. Como diz e com razão não são comparáveis,... mas pergunto, porque será?

A Ericeira apesar de em tempos ter sido Município, também teve Bingo como em tempos Santa Cruz teve, foi uma aldeia pescatória, ainda o é, como Santa Cruz já foi, tem maior numero de habitações antigas como Santa Cruz já teve, embora neste caso em menor numero, entre outras "coisas" que devidamente potenciadas podiam ter feito de Santa Cruz algo bem melhor do que actualmente é, rivalizando a vários níveis com a Ericeira.

Já tive oportunidade de fazer uma comparação, reflectindo nas diferenças abismais que separam estes dois concelhos noutro tópico. A resposta de alguns intervinientes foi importarem-se com "mesquenhices" ao invés de contribuirem para o debate, refugiando-se que não existem termos de comparação...Ao ler este tópico fico com a impressão que várias pessoas partilham da idéia contrária!  

Para o doente se curar precisa de aceitar que está doente!

Sem dúvida que Santa Cruz deverá ficar mais bonita agora que se irá mexer no chão que pisamos. Deve ser mais algum recalcamento do "dono" do edil, visto que já também o fez em Torres Vedras, na zona histórica. Sem querer retirar o protagonismo acaba por elevar a qualidade dum passeio para os turistas que nos visitam. É como colocar uma passadeira especial.

No entanto não valerá a pena chorar sobre o que não se fez. Penso que a única alternativa é pensar naquilo que se poderá fazer. Ou não deixar fazer. Serviram alguns apontamentos para reflectir que durante anos este edil não teve estratégia delineada a médio longo prazo para o concelho. Actou aqui e ali, contribuindo ainda mais para as assemetrias gerais, destabilizando o desenvolvimento, contribuindo para a selvageria do betão. Santa Cruz foi exemplo disso e em parte como alguém já disse, a Ericeira também. Num modo geral o nosso país é um reflexo disso. Salva-se Óbidos porque dentro das muralhas seria difícil construir ou levar maquinas...

Claro que não possuímos tanto impacto como uma zona histórica classificada a nível mundial. Mafra tem um monumento esplendoroso. Mas não tem ruínas dum legado histórico como é o Castelo com o seu palácio e as suas muralhas. Não tem uma história para contar como a do convento de Penafirme (aquele que está abandonado em ruínas). Essa seria uma boa forma de explorar também a questão ambiental, visto que no seu abandono existem razões que apontam para a subida das aguas do mar.
Também não têm um aeródromo que deveria ser mais dinamizado, na vertente turística, na vertente da animação. Não têm uma rede de fortins e de fortes, normalmente com moínhos perto que deveriam ser potenciados e que devidamente articulados darão um bom produto turístico. Não têm uma azenha que reconstruída e colocada a funcionar seria uma bom pretexto para servir de visita todo o ano.
Talvez agora com a chegada de uma figura à câmara que já andou nas altas esferas e que por acaso tem ligações com uma associação de moinhologia saibamos retirar partido dessa oportunidade. Se quiserem forneço o contacto de outros apaixonados, com provas dadas nesse capitulo. Não têm uma extensão enorme de praia que daria para rivalizar em termos de eventos desportivos com o surf de Ribeira D'Ilhas com modalidades que envolvem vento e agua. Desde o Kitesurf até ao Windsurf  existe um circuito mundial para ser contactado e trazido à nossa região.
Torres Vedras não deverá aparecer no Mundo apenas por causa de uma marioneta...(sorrisos)

Mas infelizmente somos comandados por alguns focos de gente mesquinha, com horizontes curtos, ângulo de visão diminutos que confinados nos seus gabinetes se sentem donos do mundo. Talvez com medo de perderem a sua influência, fecham-se a idéias e colaborações que devidamente estudadas e consultadas deveriam ser objecto de desenvolvimento e melhoria quer do aspecto económico, quer do bem estar geral.
« Última modificação: Dezembro 27, 2006, 21:25:32 por Viking »
 

Offline alexandra.fss

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« Responder #18 em: Dezembro 26, 2006, 22:11:33 »
Gente mesquinha... muito mesquinha mesmo... que se acham donos e senhores da razão e este "zé povinho" não faz ideia do que diz...
Eu propunha uma prenda de Natal atrazada para os governantes do país... Existe um jogo chamado "sim city", cujo objectivo é fazer uma cidade crescer e prevalecer, ou os habitantes vão embora, parece simples, mas gostava de ver quanto tempo seriam os nossos presidentes de câmara capazes de sobreviver... Aposto que não seria muito...

Acho que o grande problema do nosso país, seja em que câmara for, é a mentalidade do português em deixar tudo para depois, de desenrascar, o próximo governo ou presidente que depois resolvam, nós temos é de fazer papel bonito nas eleições...
Muito sinceramente, num país onde se reelegem políticos quando se tem a certeza de que nos roubaram é muito, mas muito triste, que ninguém tenha a capacidade para abrir os olhos e aceitar um cargo pelo "amor à camisola", sem interesses pessoais pelo meio e sem se deixar corromper é muito decepcionante.

Concordando com "viking", o nosso país é estudado por todo o mundo, tem mesmo de o ser, pois fomos nós que demos o mundo a conhecer! E porque não pegar no que resta desses tempos aureos e preservar, manter? para quê insvestir no maior shopping center da europa, ect, se não cuidamos da nossa herança? Com certeza que os turistas iriam gostar de ver como vivia umas das nações mais ricas do mundo e que foi deixando perder tudo!
« Última modificação: Dezembro 26, 2006, 22:15:08 por alexandra.fss »
Alexandrafss

Offline lince

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« Responder #19 em: Dezembro 27, 2006, 07:28:38 »
Quando se estabelece comparações normalmente não chegamos a conclusões, porque só ficam mesmos são os pareceres.
Ao projectar as linhas da desenvolvimento de uma dada região temos de ver onde estamos inseridos, e Torres Vedras, devido á proximidade, a Lisboa tornou-se numa periferia como todas as mais existentes, descaracterizadas, oferecendo atractivos terrenos para a construção de fogos, tendo como receita a magica para atrair compradores a formula de “perto do campo, das praias e da cidade”, uma trilogia perfeita que resulta em milhões de euros para as câmaras municipais e outros mais.
 A vinda de mais pessoas, tem de ser acompanhada de estudos de impacto social, porque senão quem perde são as futuras gerações, e depois é mais difícil corrigir.
 O que Mafra tem feito, foi tirar partido das suas potencialidades, através de boas vias rodoviárias, e disciplinar a sua construção.
Em Torres assistimos a um atraso assustador nas artérias rodoviárias, porque primeiro escolhem os locais mais rentáveis para os empreendimentos e depois remendam-se as estradas ate não sabemos quando, porque quem ordena, são grupos económicos com muito poder politico que reinam como querem.
Para lutar contra isto, é muito difícil, porque as criticas tem de ser acompanhadas de projectos alternativos.
Acredito que a curto prazo vamos entrar numa fase em que tudo irá ser mais fácil, porque a velocidade em que vamos entrar, as Câmaras vão obrigatoriamente ter de trabalhar, porque os concelhos em volta vão dar luta, e quem não apostar na qualidade, vai mesmo perder, aquilo que outrora foram pedras de diamante em estado bruto, mas infelizmente, e neste concelho tem preferido o lucro fácil, em vez de apostar nas reformas equilibradas.

Boa noite, e que o Ano 2007, nos traga algo de novo.
 

Offline Viking

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Não será o concelho de Mafra um exemplo a seguir?
« Responder #20 em: Dezembro 27, 2006, 21:20:15 »
Mafra não só disciplinou a construção como exigiu aos construtores equipamentos que acompanhassem aldeamentos, urbanizações e afins. Tenho conhecimento de um caso, que para ser construído uma urbanização os construtores tiveram de dotá-la de uma biblioteca e um jardim de infância, equipamentos que estavam carentes na aldeia. Este tipo de medidas afastam os oportunistas do betão e ao mesmo tempo ajudam a uma política de sustentação como o Lince expôs.

Mafra começou primeiro por reparar, acrescentar e alcatroar as sua rede rodoviária. Depois impôs rígidas normas, que obedeceram a uma estratégia global com aposta no turismo e desporto, no âmbito da construção da habitação (traça dos prédios e moradias), sustentação das existentes e criação de novas dinâmicas. Ao mesmo tempo construiu vários equipamentos desportivos e bibliotecas. Em simultâneo apostou nos parques empresariais, criando condições para a sua génese. Só depois pensou em construir um novo edifico camarário. Ao invés de favorecer associações desportivas, construiu equipamentos, com implementação de modo estratégico que ajudassem a favoreçer várias associações ao mesmo tempo.

Concentrar ao invés de dispersar, fundos, interesses, e pessoas.
 
Entretanto deu-se um boom de construção que inevitavelmente trouxe muitas familias. Ora muitas familias resultam em pelo menos duas crianças por agregado. Tiveram de construir escolas primárias, obedecendo a desafios futuros. Construiram polos educativos, incluindo piscinas e equipamentos desportivos, ou em certos casos aproximando a localização de ambos.

Penso que seria interessante fazer uma analise de fundo bem cuidada e fundamentada que mostrasse um case study de Mafra para que em Torres Vedras, os políticos possam aprender com as falhas passadas e os sucessos dos outros.
 
Mafra preocupou-se em implantar no terreno e concentrar meios em zonas definidas de modo a facilitar a população, criando desde cedo uma rede sanitária e rodoviária, o tal ordenamento, que em Torres Vedras chega agora às aldeias.

Existe no entanto uma deficiente rede de apoio social em Mafra, em várias areas, nomeadamente o suporte à vitima. Possuem clinicas e centros de apoio, no entanto precisam de formação dos seus quadros para várias temáticas. Do ponto de vista da saúde possuem algumas lacunas nomeadamente relacionadas com a urgência, que foi culmatada por equipas permanentes nos centros de saúde e nas coletividades designadas por associações de socorros.

Isto demonstra actividade, espírito inovador, coordenação e certamente boas equipas de trabalho. Algo que tenho insistido é na competência no nível medio dos quadros do edil de Torres Vedras, que é também factor de entropia negativa na organização conhecida por Município de Torres Vedras.

Carrisimos a culpa, sejamos justos, não justiceiros, é de todos. Maioritariamente daqueles que já passaram ou tiveram um papel pró-activo na política do nosso concelho. Muitos políticos da nossa praça pactuaram com situações pouco claras, sendo eles da oposição. Não esqueçamos que o silêncio é também uma falta. Verificar um crime e não fazer nada, acaba por ser um crime pior do que aquele que o comete. Existem silêncios que nos roubam, que contribuíram para o estado de coisas que temos hoje. A capacidade mobilizadoura neste casos tem sido deficiente.
 
Nenhum general por melhor que seja consegue ganhar batalhas, em última instância a guerra, se tiver soldados medíocres, indisciplinados, ou cujas chefias sejam demasiado brandas e pouco lideres. Pior se ao seu redor houver conselheiros mal formados e demasiado pactuantes.
Mais caos se gerará se existirem ordens contraditórias, fruto de pressões externas, os tais compadrios. Certamente e rapidamente neste cenário o moral decresce e a motivação apaga-se. Ser competente nestas circunstâncias, é caso para "se tirar ao chapéu" aqueles que ainda colaboram com o cidadão comum e cumprem a sua missão ao serviço do edil de forma justa e voluntária. Deve ser difícil engolir e ver tanta coisa acontecer debaixo dos seus narizes...

Que 2007 faça refletir neste e outros pontos na minha única esperança política que é o Dr Carlos Miguel! Pena é estar rodeado de tanta entropia...às vezes penso se a oposição não seria melhor aliado do que o partido que ele representa.

Mas deixemo-nos de política e continuemos a tertulia...outra que siga.
 

Offline MiguelR

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« Responder #21 em: Dezembro 27, 2006, 21:53:59 »
Apontem as virtudes que quiserem ao concelho vizinho, mas uma coisa é certa: a estratégia  de Mafra passa por tornar-se numa área suburbana de Lisboa, com todas as vantagens e inconvenientes que daí advêm. espero que para Torres Vedras a estratégia ainda não seja essa.
 

Offline mere

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« Responder #22 em: Dezembro 28, 2006, 18:39:58 »
Acho que o facto de Mafra estar inserida na zona de Jogo do Estoril não pode ser esquecida, vejamos o que diz a IGJ:

 
quote:
As contrapartidas anuais pagas pela concessionária da zona de jogo do Estoril destinam-se, nos termos da alínea b) do nº 1 do artº 5º, por força do disposto no nº 5 do artº 6º, ambos do Decreto Regulamentar nº 56/84, de 9 de Agosto, a subsidiar obras de interesse turístico a realizar nos concelhos de Cascais, Mafra, Oeiras e Sintra, nos termos a definir pelo Senhor Ministro da Economia e da Inovação, ouvidas as autarquias locais respectivas.


http://www.igjogos.pt/Portugues/(2,1,1)DocRelAnual1.php#Ponto_10


Ora se as receitas vão obrigatoriamente para equipamentos municipais nem é preciso as chefias terem muito jeito para gerir dinheiro, afinal, todos os milhões que vêm do Imposto do Jogo são OBRIGATORIAMENTE gastos em equipamentos municipais (e pelo que percebi de caracter turístico).


Portanto não faz sentido dizer que Mafra/Ericeira estão bem equipados apenas por mérito do Executivo.

Mas claro, é mais fácil dizer mal do que temos :)

Offline alexandra.fss

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« Responder #23 em: Dezembro 28, 2006, 22:18:56 »
No entanto... Tentar desculpar os nossos erros dizendo que os outros têm mais dinheiro que nós também não me parece muito acertado, que as coisas em torres estão más, estão, de certeza! É necessário, em vez de nos queixarmos que "o vizinho tem mais do que eu" começar a agir!
Alexandrafss

Offline Viking

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« Responder #24 em: Dezembro 29, 2006, 02:34:47 »
A Lourinhã disponibiliza equipamentos municipais ao seus cidadãos que nós nem possuímos...
 

Offline Carlos Miguel

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« Responder #25 em: Janeiro 09, 2007, 18:33:07 »
Concorrência e competividade entre municipio não é um bom principio. Isto não quer dizer que naõ se aprenda com as boas e as más opções ou experiências dos outros, mas cada vez mais os municipio têm que se complementar e não guerrear. Não somos ilhas.
De qualquer forma, no meu prisma, não quero que Torres Vedras se evidencie por ser a Câmara do Pais com mais licenças de construção emitidas e muito menos que se possa construir em qualquer lugar do território independentemente de ser urbano ou não, desde que tenha 5.000 m2. Agora, é legitimo que para alguns estes dados sejam evidenciadores de desenvolvimento, ordenamento e qualidade de vida. Para mim não são. Cumprimentos.
 

Offline lince

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« Responder #26 em: Janeiro 12, 2007, 07:22:57 »
Sr.pres.

Leia atentamente o que escreveu:

"não quero que Torres Vedras se evidencie por ser a Câmara do Pais com mais licenças de construção emitidas e muito menos que se possa construir em qualquer lugar do território independentemente de ser urbano ou não, desde que tenha 5.000 m2".

Deixo aqui um desafio aos participantes para verem bem o conteudo desta frase,e se a verdade corresponde ao afirmado.
Querer ou não querer, eis a questão?!

E QUERER É PODER?! (A DEMOCRACIA NO SEU MELHOR)
 

Offline lince

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« Responder #27 em: Janeiro 12, 2007, 07:49:21 »
"não quero que Torres Vedras se evidencie por ser a Câmara do Pais com mais licenças de construção emitidas e muito menos que se possa construir em qualquer lugar do território independentemente de ser urbano ou não, desde que tenha 5.000 m2."

Sr, Presidente o poder não é sinónimo de querer, as democracias ainda estão vivas, e são para serem respeitadas
A realidade não diz o que as suas palavras falam, senão apresente-me os numeros?!
Se não está a pensar em se evidenciar, então que que podem os torrenses esperar este ano em termos de mais valias?!
O tempo está a contar , e o atraso está se a EVIDENCIAR, sr. Carlos Miguel, em relação a muitos concelhos envolventes, e bem pode agradecer aos grandes interresses nos terrenos para construção, pois as suas receitas seriam muito pequenas.
Agora quem tem 5.000 m2, de terreno urbano, concerteza pode lá construir, ou não?!
O social e o urbanismo, sempre foram duas preocipaçãoes do municipio,nas propagandas politicas, mas na prática, não funcionam.
Cumprimentos.
 

Offline Carlos Miguel

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« Responder #28 em: Janeiro 17, 2007, 19:04:56 »
Todos nós temos o nosso querer e este é o meu.agora há que conjugar com o querer dos outros. Dizer-se que Torres Vedras é um concelho atrasado, só revela desconhecimento do concelho, dos concelhos vizinhos e do pais. É óbvio que há muito por fazer, mas também é óbvio que muito está feito e somos um concelho e uma cidade médio ao nível nacional.Esclareço que há muito que só é permitido construir em terrenos não urbanos,nomeadamente em terrenos agricolas ou florestais quando esse terreno tem no minimo 40.000 m2 (4Hectares). Cumprimentos
 

Offline alexandra.fss

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« Responder #29 em: Janeiro 17, 2007, 20:18:39 »
Eu já morei em Torres Vedras , agora moro no concelho de Mafra, o que acho que me abilita, como comum cidadã, a avaliar as diferenças entre as cidades e "arredores" e acredite que Torres está atrasada e muito em relação a Mafra, basta ler todos os comentários deste forum para se aperceber disso...
A construção é, a meu ver, um grande sinal de evolução, pois aqui estão a ser criadas as infraestruturas para suportar um eventual aumento da população!
Enquanto que em Torres se construiu, construiu... e agora as condições são as que se vêem!!
Por isso não tentem tapar o sol com a peneira, porque factos são factos e são incontestáveis!
Alexandrafss