Interpelado, o sector de ambiente responde. Impessoal como parece convir. Estas questões, as do ambiente, não nos dizem respeito. Remetemos. Somos assim. Quem quizer, que responda.
Fomos eleitos mas "somos" anónimos. "Somos todos", os do sector. Deste modo fazemos crescer o corpo. Como o sapo fez, quando o irracional o queria jantar. E resultou. Mas agora não é o caso.
Passe a ironia, será que não é possível dar uma resposta responsável, digna e fundamentada nesta matéria? A do ambiente. A vossa!
Sabemos que os problemas ambientais são muitos e de complexa resolução. Múltiplas entidades tutelares, bastas entropias e o necessário cabimento orçamental têem sido dificuldades por vezes difíceis de ultrapassar em tempo útil. Sem dúvida.
No entanto, a Câmara tem dado sinais de que pretende dar resposta à questão com a seriedade e a dinâmica necessárias.
Mas, assim e deste modo, ficou a saber de que não conta com o "sector de ambiente".
É que a questão agora passa a ser outra. Se são os SMAS os responsáveis e o garante do cumprimento da lei que estabelece a qualidade ambiental, então, caros amigos, temos um vereador a mais e um "sector de ambiente" que não conta.
É que a qualidade ambiental, como conceito e objectivo final, é muito mais do que só a qualidade da água. E sobre isso, a resposta que conviria dar a quem vos elegeu, ficou nos livros.
Não resisto. Só mais três ideias, formação, formação e mais respeito por quem vos lê.
Cordialmente,