Autor Tópico: As Linhas de Torres  (Lida 8011 vezes)

Offline SCUT4EVER

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As Linhas de Torres
« Responder #15 em: Março 01, 2007, 00:53:45 »
pois é, primeiro deixa-se passar o museu do ciclismo depois é o museu das linhas de torres mas até onde isto vai cchegar? o que temos nós em torres de monumentos? um castelo a cair, um forte quase desaparecido um chafariz mal cheiroso e um aqueduto esquecido! é isto que temos, sem contar com as igrejas, é com isto que vamos atraír turismo? não é só com campos de golfe que se atraem pessoas! SR. PRESIDENTE FAÇA ALGUMA COISA E DEPRESSA, TORRES VEDRAS PRECISA DE PONTOS DE INTERESSE!!!!
 

Offline MiguelR

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As Linhas de Torres
« Responder #16 em: Março 25, 2007, 00:52:03 »
Diz que é uma espécie de centro Interpretativo das Linhas de Torres o que vão fazer no Monte da Forca (ali em frente ao novo centro comercial). É pá, faz cá um jeitaço aprovar os projectos arquitectónicos dos amigos!
 

Offline Rui Estrela

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« Responder #17 em: Março 29, 2007, 09:10:35 »
Também li no jornal que se prevê a localização do novo centro interpretativo frente ao novo centro comercial. Considero desadequado.

Temos que reanimar os nossos emblemas: Forte, Castelo, Chafariz... Estar a fazer coisas sobre eles, longe deles, não é em minha opinião a melhor forma de promover a sua visita, conservação e valorização.

O que existe na Bélgica (Waterloo) sobre as invasões francesas e a batalha ocorrida é um exemplo de valorização daquela pequena vila a alguns quilómetros de Bruxelas.

Não necessitando de tomar este exemplo como ponto de partida, mas como ponto de discussão comparativamente com o que se faz noutros locais/monumentos por essa Europa fora, facilmente se conclui que valorizando o nosso património histório possivelmente poderemos inserir Torres Vedras no roteiro turístico dos visitantes de Lisboa, lucrando a Cidade com o investimento que será necessário fazer (afinal estamos a 30 minutos de Lisboa).

Rui Estrela Silva
 

Offline brancosillva

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« Responder #18 em: Março 30, 2007, 00:08:46 »
Se há projecto, se há possibilidades de candidatura, se o local, Monte da Forca, fica à saída da A8, com fácil acesso, zona de futura grande frequência, por que razão começarmos a gastar energias sobre outras possíveis localizações.
Unamos esforços, faça~se a obra e dinamezemos o espaço a criar. Interessa mais a qualidade do Centro de Interpretação do que se o Monte da Forca tinha menos peças de artilharia ou se era menos conhecido.
O acesso ao Forte de S. Vicente não entusiasma as visitas. É fácil de constatar a reduzida frequência, apesar do seu tamanho, da sua relativa recuperação e da sua importância.
 

Offline vazquez

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« Responder #19 em: Março 30, 2007, 01:51:37 »
 

Offline OzzyWolf

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« Responder #20 em: Junho 08, 2007, 04:39:17 »
Olá,

Pertenço a uma série de malucos que andam para aí Portugal (e mundo) fora com um receptor de GPS na mão à procura de Geocaches (tesouros) escondidos.

Este passatempo, jogo, actividade... é o GEOCACHING, e tem aparecido muitas vezes ultimamente nos meios de comunicação social. Cada vez temos mais adeptos desta bela actividade que tem várias componebte (desportiva, cultural, histórica, e principalmente muito chegada à Natureza).

Existem pelo menos 10 dos tesouros escondidos que se encontram em Fortes das Linhas de Torres. O objectivo deste conjunto de tesousos dedicados às Linhas de Torres é divulgar e alertar para a necessária conservação dos mesmos.

(Qualquer dia tenho que visitar a Associação que o J.Moedas Duarte é representante. Eu sou o Vitor Sérgio, filho do Vitor Hugo)
Vitor Sérgio - OzzyWolf

Offline MiguelR

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« Responder #21 em: Novembro 18, 2007, 02:35:37 »
Quando se comemoram 200 anos da entrada das primeiras tropas francesas eme território português, parece que já se comemora o 2º centenário das invasões francesas.
Exemplos:

Sexta-feira, Novembro 09, 2007
Biblioteca Nacional com exposição sobre Invasões Francesas
 "A Biblioteca Nacional vai inaugurar hoje uma exposição alusiva às Invasões Francesas. Objectos como caricaturas, fardas, editais e até livros vão estar patentes ao público até 9 de Fevereiro, na galeria do primeiro piso do edifício da biblioteca, no Campo Grande, em Lisboa. Disponíveis estão também teses de doutoramento defendidas tanto em Portugal como no estrangeiro. "Estará patente, por exemplo, o primeiro estudo feito sobre as Invasões", disse historiador António Ventura à Lusa.A exposição retrata os três períodos das invasões, compreendidos entre 1807 e 1811. Os objectos que se podem ver são originários da Biblioteca Nacional, Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, Museus Militar, do Traje e de Arte Antiga, Associação Napoleónica e ainda de coleccionadores particulares"

Fonte: http://dn.sapo.pt/2007/11/06/artes/biblioteca_nacional_exposicao_sobre_.html

No bicentenário das Invasões Francesas



Cascais e Oeiras vão celebrar, em conjunto, a edição de 2007 das Jornadas Europeias do Património, sendo o Bicentenário das Invasões Francesas e da Construção das Linhas de Torres o tema escolhido pelos dois concelhos: no território de ambos guardam-se ainda alguns vestígios da que foi a terceira linha de defesa da cidade de Lisboa - de Paço de Arcos ao Junqueiro, em Carcavelos.

O tema será desenvolvido num ciclo de conferências a realizar no Centro Cultural de Cascais e na Fortaleza de S. Julião da Barra, a 28 e 29 de Setembro, respectivamente. Haverá também visitas às primeira e segunda linhas, visitas que serão conduzidas por Clive Gilbert, da British Historical Society of Portugal.


Conferência 27 de Outubro Bombarral
Evocação do Tratado de Fontainebleu


A Câmara Municipal do Bombarral vai promover a realização de uma Conferência, seguida de debate e subordinada ao tema “O Espírito de Fontainebleau – A diplomacia e a geo-estratégia na Europa (séculos XVIII e XIX)”, que decorrerá no Auditório Municipal (ao lado da Biblioteca), no dia 27 de Outubro, sábado, pelas 15:30 horas.

Serão conferencistas a Prof. Doutora Ana Maria Homem Leal de Faria, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e o Major- General Freire Nogueira, Professor de Estratégia.

E em Torres vedras, já existe algum esboço do que serão estas comemorações?
 

Offline Feliciano VASA

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« Responder #22 em: Novembro 18, 2007, 18:30:46 »
NHAMM isso dá muito trabalho...a julgar por algumas figuras ilustres que tive o prazer de conhecer...a vontade até pode existir com muitas dúvidas é claro.

Iniciativa precisa-se!
« Última modificação: Novembro 18, 2007, 18:33:16 por Feliciano VASA »
Feliciano da Vasa Ferreira

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Offline Carlos Miguel

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« Responder #23 em: Novembro 20, 2007, 22:46:11 »
Caros partcipantes no forúm,

O bicentenário das Linhas de Torres comemorar-se-á em 2010 e a Câmara Municipal de Torres Vedras, em parceria com as Câmaras Municipais de Arruda dos Vinhos, Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço e Vila Franca de Xira, está a preparar um programa comum, intermunicipal, de comemorações, isto sem prejuízo de iniciativas que se venham a realizar localmente. Todavia as comemorações ocorrerão no decurso de 2010.
Cumprimentos
Carlos Miguel
 

Offline MiguelR

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« Responder #24 em: Novembro 22, 2007, 03:04:58 »
Embora concorde que as principis comemorações decorram em 2010, penso que seria interessante organizar-se algo nestes dois anos vindouros. Isto porque todos os acontecimentos históricos que ocorreram no concelho e região não ocorreram apenas em 1810 mas sim ao longo do final de 1807, em 1808 e 1809. Todo este período de que se começa a comemorar agora o 2º centenário é um marco único na nossa história do ponto de vista militar, social e de transformação do território, que deve ser divulgado.

 Acerca do que diz o Dr. Carlos Miguel no post acima, aqui deixo uma notícia de hoje que saiu no Jornal de Notícias:

Linhas de Torres vão formar rota histórica


Proporcionar aos turistas uma viagem pelas fortificações onde portugueses e ingleses combateram as tropas napoleónicas ao mesmo tempo que conhecem os concelhos onde elas se situam. São estes os principais objectivos da "Rota Histórica das Linhas Defensivas de Torres Vedras", apresentada, ontem, no Museu Militar de Lisboa.

O projecto envolve uma plataforma intermunicipal constituída pelos concelhos de Arruda dos Vinhos, Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço, Vila Franca de Xira e Torres Vedras. Através de intervenções em várias das fortificações militares que constituem as duas linhas, as autarquias pretendem promover visitas turísticas, actividades de natureza, pernoita em alojamentos rurais e contacto com a gastronomia local.

Segundo João Seabra, do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, este projecto vai recuperar "um património visivelmente abandonado há pelo menos 150 anos e que mesmo assim sobrevive". As intervenções nos fortes terá diferentes graus, conforme o seu estado de degradação e a sua inserção na zona envolvente.

De acordo com o responsável, cerca de 30 estruturas vão ser recuperadas, às quais se somam algumas estruturas de acompanhamento que serão apenas limpas. Serão ainda criados oito centros de interpretação, onde o visitante poderá colher informação sobre a inserção histórica e militar dos fortes e serão recuperados caminhos pedonais.

O financiamento dos cerca de dois milhões de euros que a obra vai custar é suportado por um grupo de estados doadores - Noruega, Lichtenstein e Islândia - através do Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu. Segundo Manuel Pisco, deste mecanismo, trata-se de "um projecto muito interessante que mereceu ser aprovado". O responsável adianta que os primeiros passos "formais" desta rota já estão a ser dados e que a assinatura do contrato está prevista para "curto prazo".

As invasões francesas são também o tema do novo livro do investigador Vasco Pulido Valente, que é apresentado hoje. "Ir pró maneta" é o relato de como o povo tomou a iniciativa de "libertar-se" do invasor napoleónico. O título recupera uma expressão popular inspirada no general francês Loison, que não tinha um braço.  




 

Offline Gako

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« Responder #25 em: Abril 25, 2008, 00:55:26 »
quote:
Mensagem original enviada por alterego

acho muito interessante lembrarem-se das linhas de torres... mas não se esqueçam que as linhas de torres, não valem só por torres. as linhas de torres atravessavam vários concelhos e uma boa parte deles pertence à região de turismo de oeste.. e quantas vezes viram a RTO publicamente referir-se às linhas de torres?  torres,  sobral, arruda,  mafra e vila franca.. e as suas populações sairíam muito bem na fotografia se o projecto multimunicipal avançasse, haja verba...

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« Responder #26 em: Abril 25, 2008, 01:09:37 »
É com grande satisfação que verifico haver gente entendida na matéria!! Bem haja Alterego! e tds os que se preocupam com a preservação do património histórico e cultural do País, em particular nesta região maravilhosa do Oeste peninsular!
Bom, mas não queria deixar de fazer um pequeníssimo reparo no seguinte:
atenção que as invasões francesas não são motivo de comemorações, OK?
O que comemoramos, quando muito, é a resistência oferecida pelas populações do oeste, sobretudo, mas, como as ordens superiores eram para tratar bem os franceses....., não sei muito bem de que comemorações queremos nós, portugueses, falar?!
Ou seja, falar em Comemorações dos 200 anos das Invasões Francesas, parece-me um pouco caricato, não?
Não será melhor falar em Comemorações dos 200 anos da Resistência do Povo às invasões francesas!?
Assim, tb eu me congratulo e sinto motivo de comemoração.
Concorda, alterego?

quote:
Mensagem original enviada por alterego

acho muito interessante lembrarem-se das linhas de torres... mas não se esqueçam que as linhas de torres, não valem só por torres. as linhas de torres atravessavam vários concelhos e uma boa parte deles pertence à região de turismo de oeste.. e quantas vezes viram a RTO publicamente referir-se às linhas de torres?  torres,  sobral, arruda,  mafra e vila franca.. e as suas populações sairíam muito bem na fotografia se o projecto multimunicipal avançasse, haja verba...

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« Responder #27 em: Abril 25, 2008, 01:24:48 »
Olá, muito boa tarde!
Ainda bem que falou em estrada militar.
É que não há nenhum estudo, que eu saiba, conjunto dos gabinetes de arqueologia e centros de história local dos municípios da região maravilhosa que é esta região do Oeste peninsular, no sentido de se identificarem as antigas estradas militares. Este conhecimento ainda se pode obter junto das pessoas idosas que habitam os lugares remotos, por onde não passam ainda as autoestradas nem os planos de urbanização.
Além disso, os levantamentos de toponímia que se fazem no terreno, contribuem sobremaneira para esse estudo.
Haverá algum interesse em tomar a iniciativa?
Força!
 
Mensagem original enviada por MiguelR[/i]

Há alguns dias atrás estive no Forte de Alqueidão, junto do Sobral. Este era um dos principais fortes das Linhas de Torres, sendo o local mais elevado desse sistema defensivo, no entanto à parte de alguns troços de estrada militar mt preservados, do forte  original apenas se veem alguns vestígios ocultos por matagal. É pena!!
[/quote]
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Offline pjorge

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« Responder #28 em: Novembro 15, 2008, 02:37:06 »
Boas tardes!

descobri o Fórum de Torres Vedras, quando pesquisava pelas Linhas de Torres. Como verifiquei que por aqui havia bastantes interessados no assunto, passei logo ao meu registo.

Gostaria de saber se me sabem indicar onde poderei arranjar (ou se alguém tiver e que queira disponibilizar), a localização de alguns dos fortes que contituiam as linhas de defesa.

Em breve deverei começar a visitar alguns, sempre na tentativa de tentar encontrar informação sobre o "próximo".

Desde já o meu obrigado.

Cumps,
PJorge
 

Offline Garcez

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« Responder #29 em: Novembro 15, 2008, 06:23:54 »
Tente na biblioteca Municipal de Torres Vedras