Por isso eu sempre tenho dito que os estacionamentos longe, só resultavam se houvesse alojamento.
Pergunto eu, além de um ou dois dias em 365, quem é que já viu carros estacionados no parque no lado do aerodromo?
Mais uma que foi defendida logo quando reuniram os comercianes no Hotel para apresentar um projecto. A tudo o que propusemos nos foi respondido que, já não podia ser alterado. Mas claro, no final estará lá escrito que foram ouvidos "os agentes locais". Sim ouviram, mas não ligaram nenhuma.
Pergunto, será que repararam que este País está em crise? Será que sabem que neste momento, eu, por exemplo tenho menos tres funcionários que tinha antes das obras? quem é o responsável?
As obras eram necessárias mas teriam de ser pensadas em conjunto de modo que funcionassem. Quanto é que o comércio de Santa Cruz paga a menos de IVA, IRC, IRS, Derrama, etc.? alguém é responsabilizado? onde está a defender a sua dama o Sr. que sempre me contrariou? virá com os números de entrada na Azenha? Apresente-nos os números do Comércio. Não reconheça o erro, mas mude se faz favor porque está a matar e será o coveiro de um dos locais preferidos dos Torreenses, e é pena.
Houve até o momento que comparou Santa Cruz a Oviedo. Lembra-se Sr. Presidente? que eu saiba, só bons hoteis no Centro temos pelo menos 7.
Dr Carlos Miguel em 21 de Agosto de 2007
Recentemente visitei Oviedo, uma cidade média europeia com mais de cem mil habitantes, nas Astúrias, onde chove todos os dias ou quase e curiosamente ou não, em todo o centro da cidade, repito, em todo o centro da cidade onde se situam os bancos, as igrejas,os cafés, as sapatarias, consultórios e todos os demais serviços e comércio, é interdita a circulação automóvel, excepção feita aos táxis.Falamos de kms e kms de áreas pedonais. Falamos de duas horas de visita sem nos cruzarmos com um carro e sem parques subterraneos. Mais curioso ainda é que nesta altura a discussão pública reside no facto de estarem a construir equipamentos públicos na pereferia e a população questionar a autarqui não para saber onde deixar o carro mas sim como é que lá chegariam a pé... Ali aparentemente o comércio tradicional é tão florescente como o de cá. Há que alterar mentalidades e o espaçõ publico cada vez mais tem de ter boas condições e actratividade para receber as pessoas. O pequeno comércio sempre existiu e sempre existirá só que não pode ser estático, tem que ser dinãmico, actuar e adaptar-se. Cumprimentos
E eu gostava muito de que o meu estabelecimento não fosse estatico e poder mudar-me para a Lourinhã
Hora explique-nos lá agora como depois de tudo o que temos feito? sabe que esta sua resposta foi porque eu na mesma data disse isto:
Sabe...! a meu ver o que conta é a opinião deles e das dos que os rodeia. Mesmo vendo e sabendo que muitos não estão de acordo, coninuam a desenvolver os projectos conforme querem. Apresentam em reuniões para discussão, situações prefeitamente decididas,em que qualquer opinião é chumbada porque já não se pode alterar. Os comerciantes que tantos impostos pagam às autarquias são sempre castigados (ou quase sempre). Repare nos prejuizos que tivemos com as obras em Santa, em que cheguei a ter os dois acessos ao meu estabelecimento fechados. Os prejuizos daqueles meses fomos nos que suportamos e os de verão, em que as pessoas para não terem de vir e ir a pé grandes distancias, deixaram de vir à minha casa. Mas claro, parece que isso não interessa nada. Penso até que é esse o objecivo.
Vamos agora ver o resto das obras que passarão pela minha esplanada e ainda nem sei como, nem de que maneira.
Infelizmente já em 2007 eu vi o resultado. E os que não viram,mudam?