Boas caro Paulo,
Exactamente, concordo com o que diz.
Quando refiro que são precisas mais opções para subir acho que assim é, na Freiria esse nunca foi o objectivo.
Quando falo nas lesões, e que se assim não fosse, talvez fosse diferente, exactamente porque não havia opções, daí a o facto de ser preciso mais que um onze base numa equipa, para precaver essas situações que acontecem frequentemente.
O facto de não haver lesões numa equipa de futebol é relativo. Lesões traumáticas todos estão sujeitos a ter, essas serão normalmente de fácil recuperação (excepto fracturas e algumas entorses), lesões musculares podem ser precavidas por n situções, por isso a inexistência de lesões também é mérito de quem treina as equipas.
Sim, o jogo era simples, consistia essencialemente em tentar não cometer erros e explorar os erros dos adversários...
Penso que o Oshima é adepto do Ponterrolense, um exemplo de jogos em que isso não aconeceu, então o da Ponte do rol, a 2ª parte, foi só o pior jogo do Freiria na época.
Mas já que o tópico é sobre o SCUT, voltamos a ter este ano um SCUT em que a formação é para fazer número.
Paulinho e Coça jogam, pois são jogadores feitos, indiscutíveis
Hélder Ferreira regressa mais uma vez para ser titular, depois daqui a algum tempo vai-se buscar outro central e lá volta ele a ficar de fora e a ir embora...
Os outros, com pena minha, veremos quanto tempo irão jogar.
Só uma questão se alguém souber responder, vêm tantos jogadores do Rio Maior, porque não o Fábio Vicente, formado cá, bom jogador, seria mais uma opção de valor para o ataque.
Cumprimentos