Autor Tópico: Autárquicas 09 (11 de Outubro de 2009)  (Lida 24075 vezes)

Offline mere

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Autárquicas 09 (11 de Outubro de 2009)
« Responder #15 em: Julho 17, 2009, 03:44:46 »
tilion_daniel sem certezas, mas por vezes há candidatos independentes que apenas recebem apoio de um determinado partido. Isto é, não são filiados nem pretendem (em teoria) seguir as ideias do Partido, apenas recebem o apoio desse mesmo partido.

Penso que há 4 anos, a Ponte do Rol teve um candidato apoiado pelo PS e PSD (sem certezas).

Offline rogeriopaulo

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Autárquicas 09 (11 de Outubro de 2009)
« Responder #16 em: Julho 17, 2009, 05:07:38 »
Caro Tilion Daniel , têm toda a razão , como é que um candidato se diz independente , se têm o apoio dum partido ?
Ou é independente ou não é !!!!
Então e o partido que apoia esse independente , não apoia mais ninguém do próprio partido ?
Isso não é ser inocente nem ignorante , é ser realista .
Mas as estratégias não se discutem , seguem-se .

Cumprimentos
Rogério

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Offline SCUT4EVER

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Autárquicas 09 (11 de Outubro de 2009)
« Responder #17 em: Julho 17, 2009, 08:24:44 »
um candidato independente de um qualquer partido significa que o candidato não tem qualquer filiação partidária mas recebe o apoio do partido nas eleições em causa.
 

Offline DFerreira

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Autárquicas 09 (11 de Outubro de 2009)
« Responder #18 em: Julho 17, 2009, 19:19:43 »
"candidato não tem qualquer filiação partidária mas recebe o apoio do partido nas eleições em causa."
Isso quer dizer que ou o candidato se identifica com a ideologia do partido que o apoia, ou o partido se identifica com o projecto do candidato que apoia. Assim já sabemos com que podemos contar

Offline rogeriopaulo

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Autárquicas 09 (11 de Outubro de 2009)
« Responder #19 em: Julho 18, 2009, 06:10:55 »
Para mim , não há meias medidas , ou temos candidato independente , sem apoios partidários , ou então é o candidato do partido , não sejamos ingénuos .
Rogério

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Offline Feliciano VASA

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Autárquicas 09 (11 de Outubro de 2009)
« Responder #20 em: Julho 18, 2009, 16:04:58 »
E existem muitas diferenças?
Conheço um independente (convidado) que não tem tido apoios nenhuns...e está nas listas do PS nacional.

Primeiro é preciso definir o que se entende por apoio.

A ideia do André não é de todo descabido. Penso que foi na Nazaré, onde uma lista de independentes conseguiu vários pelouros.

Primeiro esses independentes têm de se registar como movimento e salvo erro informarem a CNE Comissão Nacional de Eleições. Existem fundos para essas acções, também.
 
Uma campanha necessita de dinheiro, pessoas dispostas ao voluntariado, organização e planning. Talvez por isso não se vejam assim tantos movimentos independentes, porque também não existem assim tantos altruístas. O serviço da causa pública tem muitos sacrifícios pessoais. E chatices também que ninguém gosta de ter.

Primeiro, seria preciso que surgisse algo há mais tempo. Será muito difícil a implementação de uma lista candidata a tão pouco tempo das eleições. Posso estar errado. Talvez no futuro vejamos mais iniciativas desse género. Mas fico triste porque essa constatação, só reforça a ideia que é preciso equacionar a forma como os partidos políticos em Portugal têm actuado.
Feliciano da Vasa Ferreira

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Offline André Martins

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Autárquicas 09 (11 de Outubro de 2009)
« Responder #21 em: Julho 19, 2009, 01:25:36 »
Ontem, e em relação aos partidos politcos, vi uma coisa que se fosse anedota, não me ria tanto: um senhor porta voz do PSD a responsabilizar o Governo PS, pelo facto de em Portugal, a corrupção ter terreno fértil por parte das instituições públicas, e não só, no que diz respeito a grandes investimentos, concursos públicos, etc... Eu ri-me. Esquecem-se essses senhores do PSD que a corrupção não é de agora, e que esse partido tem alternado no governo com o PS. O que dizer a eles?  

Quando é que este povo se revolta, meus senhores? Isto está a ficar pior que o Zimbabwe... A nossa sorte tem sido a UE....
André Martins

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Offline amarques

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Autárquicas 09 (11 de Outubro de 2009)
« Responder #22 em: Julho 20, 2009, 20:18:10 »
A corrupção não tem Partido Político. Ponto final.

O que ela possui na sua essência, de resto como qualquer ser vivo, são dois factores determinantes do seu sucesso ou não, numa sociedade.
O factor genético e o factor ambiental.

Quanto ao factor genético,  a sua intervenção combate-se com o recrutamento dos melhores e, em caso de erro nesta fase, com a exclusão do portador do gene (o corrupto) ao primeiro incidente provocado por este na cadeia de decisão pública. O alelo indesejável é assim afastado da reprodução.
O segundo factor minimiza-se (é impossível eliminá-lo) votando, controlando,fiscalizando e não criando condições de crescimento ao corrupto potencial.

Estes últimos quatro anos têm sido um campo fértil para o sucesso da corrupção. Tem existido um "ambiente" propício e fantástico. Sem paralelo na nossa história. Por vezes cheira a Roma...

Esta velha senhora, a corrupção, tem tudo o que é necessário para seduzir o poder do deslumbrado e do impreparado.
Tem charme ao contactar o coitado, tem múltiplas faces e todas elas bem maquilhadas, tem a necessária inteligência prespicaz e rápida e tem uma enorme lista de amigos convenientes.

Tem-se movido bem quer nos ambientes poluídos dos escritórios privados, quer nos aprasíveis e saudáveis gabinetes públicos.
Senão recordemos alguns incidentes que têm atravessado ou nascido nesta legislatura: o caso Freeport I/Sócrates, o caso Fundação para a Prevenção/Vara, o caso Portucale/Abel Pinheiro, o caso BCP/Berardo/Vara, o caso Câmara da Covilhã/Sócrates, o caso Licenciatura UI/Sócrates, o caso Resibeira/Sócrates, o caso Freeport II/Sócrates, o caso Heron Castilho/Sócrates, o caso BPN/Dias Loureiro, o caso BPP/Rendeiro, o caso BdP/Constâncio, o caso BCP/Jardim Gonçalves, o caso Fundação para as Novas Tecnologias/Lino, etc, etc,etc.

E deve de haver mais...Este fenómeno atravessa todos os níveis de decisão, quer Local quer Nacional.

Esta lista tem crescido como cogumelos, nos lugares sem luz e com muito substrato alimentar, neste caso muito dinheiro.
Estes lugares sem luz têm sido criados, intencionalmente, para dar, bastas vezes, cobertura ao financiamento partidário. Todos o sabemos. É o motor mais utilizado pela velha senhora.

A falta de coragem e de qualidade de quem tem feito parte deste governo (é este que está agora em funções...)e de quem o controla, tem reduzido a nossa sociedade a uma colecção de indivíduos que falam mesma língua mas que não se entendem.
Terão sido apenas erros de casting ou é, e será sempre mesmo assim?
Cordialmente,
« Última modificação: Julho 21, 2009, 03:50:21 por amarques »
Afonso Marques

Offline Feliciano VASA

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Autárquicas 09 (11 de Outubro de 2009)
« Responder #23 em: Julho 20, 2009, 20:58:51 »
Portugal está a saque, é o que vos digo!
Excelente intervenção!
Feliciano da Vasa Ferreira

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Offline rogeriopaulo

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Autárquicas 09 (11 de Outubro de 2009)
« Responder #24 em: Julho 21, 2009, 05:46:53 »
Casting ? qual casting ?
Mas agora , felizmente vamos vendo os " podres " a serem publicamente denunciados , coisa que não se via á uma dùzia de anos atrás .
Não serve de muito , eles safam-se na mesma , mas pelo menos vemos a verdadeira face de esses sujeitos .
Caro Afonso , não concordo que a corrupção tenha a ver com genes , mas sim , com mentalidades , influências , oportunidades que aparecem á frente de individuos sem escrúpulos .

A politica é um mal incontornável , não é possivel vivermos sem politica , infelizmente !!!!

« Última modificação: Julho 21, 2009, 07:11:38 por rogeriopaulo »
Rogério

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Offline André Martins

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Autárquicas 09 (11 de Outubro de 2009)
« Responder #25 em: Julho 21, 2009, 07:49:47 »
Anarquia,meus senhores.

Estou a brincar, claro. Mas tudo isto serve para descredibilizar toda uma classe politica dirigente, ou aspirante a dirigente. E um povo que vê sucessivamente casos destes a virem a público, e cada vez mais, a bem da transparência, que devia ser ainda maior, chateia-se com isto... Votar para quê? às tantas dou-lhes razão, mas o meu voto é de protesto, sempre em branco, excepto nas autárquicas. Estas, por serem de cariz local, podemos avaliar o trabalho de uma equipa, seja mau ou bom. E votamos nas pessoas, embora muitas vezes isso signifique votar num partido... O sistema está viciado, podemos baralhar e voltar a dar, que iremos andar pouco em frente. É assim que se fica na cauda da Europa.
André Martins

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Offline amarques

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Autárquicas 09 (11 de Outubro de 2009)
« Responder #26 em: Julho 21, 2009, 11:31:15 »
Casting significa a escolha (feita por peritos) dos actores para uma peça de teatro, para um filme, para o anúncio do Ovomaltine ou apenas para escolher as pessoas que nos governam. O termo é um anglicismo de cujo uso desde já peço desculpa.
Voltando ao assunto, esta tarefa, a de escolher os ministros, é no nosso sistema eleitoral da exclusiva resposabilidade do Primeiro Ministro.
Este é, normalmente, o cabeça de lista do partido mais votado nas eleições legislativas e por essa razão é convidado pelo Presidente da República para formar governo (ou seja, fazer o casting dos Ministros).
Que por sua vez escolherão os seus Secretários de Estado.
É um processo deveras antigo e à espera de rejuvenescimento, dizem.

Mas enquanto o pau vai e vem, o processo é também utilizado pelos Partidos para escolher os seus representantes na Assembleia da República e nas Autarquias. Umas vezes calha bem outras vezes nem tanto...(poderes regionais, locais, cunhas, compadrios e influências várias vão fazendo subir nas escalas partidárias locais nem sempre os melhores e os mais capazes).
Dezenas desses "escolhidos" passam pela legislatura/mandato sem abrir o bico ou criar algo inovador. Isso sim, descredibiliza o sistema político, a Assembleia, a Autarquia e o cargo.
É, no entanto, curioso como estas más escolhas partidárias podem revelar a incompetência ou a ingenuidade do seu responsável.
Muito recentemente, em 2005, o BE errou no casting ao escolher o Zé para a sua lista a Lisboa. E a Joana apenas para compére ...
Há poucos mases o PS errou clamorosamente ao manter Alegre alegre no Partido. Ainda ontem errou outra vez ao contratar para mediadora a intolerante Roseta.
Por seu turno, o PSD errou ao permitir Santana voar sem brevet.
Quanto ao PCP, esse, como é sabido, nunca erra em matéria nenhuma, muito menos no casting. Os descontentes e pensantes têm mesmo de ser expulsos.
O anoréctico CDS-PP errou quando escolheu um Limiano com casca grossa. E a fria Vichyssoise.

Nesta matéria, como noutras e como disse Orwell com outras palavras - todos erramos, uns mais do que os outros...
Todavia, não é por causa dos eventuais erros de casting que estamos na cauda da Europa.
Antes fosse.
Cordialmente,
« Última modificação: Julho 21, 2009, 11:35:52 por amarques »
Afonso Marques

Offline Feliciano VASA

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Autárquicas 09 (11 de Outubro de 2009)
« Responder #27 em: Julho 21, 2009, 19:41:41 »
Na maior parte das vezes as escolhas partidárias seguem critérios de apoiantes nos militantes dos partidos. Como tudo na vida e à luz da análise do Principio de Peter, temos: uma organização hierárquica os funcionários tendem a serem promovidos até chegarem a um cargo para o qual são incompetentes, e então lá permanecem.

Ora é precisamente isto que acontece. Os apoios que alguns candidatos recebem nos partidos, é que motivam a sua "eleição" aos cargos, quase sempre determinados por favores e estratégias internas. Raras vezes aparecem altruístas com um sentido de bem comum e serviço à sociedade. Existem, por exemplo casos em que candidatos tentam subir na "hierarquia publica", por exemplo Governo Civil, e contam com apoios partidários que acabam por não receber. Os anglo-saxónicos chamam-lhe(double-cross)Traição, que faz sentido. E quem faz traição é traidor! Outras vezes os números dois, os Vices, tentam a todo custo obter apoios para "cilindrar" o numero um. Outro género de traição. A ambição desmedida e obviamente a sobrestima que impera na cabeça de alguns politicos, levam a acharem-se melhores do que realmente são, ou com capacidades para saber-fazer, que não têm. Então ficam-se pelo parecer! Pela ilusão!
Pior, têm medo de se rodear de especialistas. Não dominam nem compreendem as dinâmicas grupais de liderança, que seriam solução, numa perpectiva (win-win) ganhar-ganhar. Anormalmente, passam pelo afastamento de pessoas com capacidades, as quais são ameaças ao seu poder. Daí termos o que temos! Escassez de gente com competências, com sentido de justiça, com verticalidade e entrega à causa comum, assim como pessoas com coragem e bom senso nos sistemas partidários.

E realidade diz-nos que tendemos a subestimar quem não está no poder.

Atitude menos assertiva, porque quem não está poder, afastou-se porque não pactua dos mesmos princípios dos poderosos, ou foi afastado porque era uma ameaça. Talvez por isso, e sem querer que a conversa vá para religião, Cristo se tivesse aproximado dos excluídos da sociedade, corrupta! Foi lá que encontrou os mais aptos ao seu plano! Tipo inteligente, o Nazareno!

Esta dinâmica acontece nas nossas vidas, nos grupos, nos empregos. O Homem funciona sob duas temáticas. O poder, que ajuda à garantia dos seus genes e aos prazeres. O certo é que a diversidade, cria genes muitos melhores, relativamente à manutenção de apenas um ciclo genético de poder que tende a corromper-se por via dos seus prazeres (sentido amplo), que conduzem ao egocentrismo! O tal esgotamento de que se fala por vezes, de ideias, projectos, do saber fazer, etc.

É o que estamos a assistir em Torres Vedras!
« Última modificação: Julho 21, 2009, 19:54:06 por Feliciano VASA »
Feliciano da Vasa Ferreira

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Offline rogeriopaulo

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Autárquicas 09 (11 de Outubro de 2009)
« Responder #28 em: Julho 22, 2009, 08:31:17 »
Sei perfeitamente o que é um casting , só quis fazer perceber que de casting não há nada .
Metem-nos 2 ou 3 figuras e temos que escolher uma , certo ?
Num casting , normalmente temos dezenas e ás vezes centenas de figuras para escolhermos , e têm que provar alguma coisa em que são melhores que os outros para serem seleccionados .
Isso não existe na politica , a escolha é muito limitada !!!!
Em vez de " casting " eu colocava a palavra " impingir " seria talvez mais correcto .
Rogério

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Offline amarques

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Autárquicas 09 (11 de Outubro de 2009)
« Responder #29 em: Julho 22, 2009, 17:54:06 »
Expliquei-me mal. Vou repetir.
Nós, cidadãos votantes, nunca fazemos o casting.
Só o faríamos se houvesse candidatos não apoiados pela lógica partidária.
Por enquanto, quem produz os castings para nós avaliar-mos e escolher-mos, são mesmo os partidos (mesmo quando convidam candidatos não filiados). E depois, o primeiro ministro quando escolhe o seu elenco governativo.
Nas autarquias passa-se mais ou menos o mesmo. A diferença é que aqui existe um casting que já é público (para nos livrar do trabalho de escolher, aliás, para o qual não estamos ainda preparados...).
Mas o problema subsiste na mesma. É que está provado pela estatística eleitoral que em Portugal ninguém vota na lista. Nós votamos, em primeiro lugar, no cabeça de lista e em segundo lugar no partido que lhe dá apoio. Como já foi dito, quase nunca votamos na lista, na equipa, e é lá estão os vereadores/ministros que nos vão governar, pelouro por pelouro, durante quatro anos.
Pode ser preverso, esta coisa de votarmos sem escolher...
Cordialmente,
« Última modificação: Julho 22, 2009, 17:58:31 por amarques »
Afonso Marques