Autor Tópico: "SINAIS DO TRÂNSITO"  (Lida 70295 vezes)

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A PASSADEIRA
« Responder #570 em: Janeiro 06, 2017, 18:11:19 »
A partir do chamado  Atelier dos Brinquedos existe um passeio que poderá utilizar se pretender deslocar-se até ao seu termo, uns metros depois de ter passado  para o outro lado  da ponte de S.Miguel.
Disse o ex-Presidente da C.M. Carlos Miguel, aquando da inauguração do  Parque do Choupal que, "Como sempre acontece, há sempre coisas por concluir quando se inaugura ou estreia..."
Seria de admitir que uma passadeira naquela ponte estivesse  no rol de tais "coisas".
A C.M. entende, contudo, que a dita não faz falta porque é local de pouco movimento, mas eu, como solitário e frequente utilizador daquele espaço, lembro que, a bem da "Mobilidade" muito apregoada e em fila embandeirada, devo ser dispensado de pedir aos automobilistas que parem para eu atravessar, o que, por sua gentileza, sempre acontece.
 
P.S. Quinze meses depois da inauguração do Parque do Choupal  a C.M. franqueia  o acesso às margens do rio, retirando as cancelas, colocadas na sequência de algumas críticas.
Como forma de aliviar  o "risco de queda" nas margens do rio, resolveu a Câmara colocar uma pequena vedação em três  locais.
Fiquem pois os utilizadores descansados,  pois que agora  o risco diminuiu!  Pelo menos, por ali, ninguém cai!

Os meus cumprimentos

BOM ANO 2017

P.S. Por lapso não incluí as fotos. Aqui estão:

      Nota: Retirei as fotos, por impróprias. Peço desculpa.

« Última modificação: Junho 01, 2017, 00:48:29 por rivel »
avelino leite araújo



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Mudança de sinais sem Sinais de mudança
« Responder #571 em: Janeiro 17, 2017, 00:10:38 »
MUDANÇA DE SINAIS SEM SINAIS DE MUDANÇA


Ao fim de muitos anos e a propósito das obras do Choupal, a C.M eliminou o disparatado sinal, não o substituindo pelo correcto.
Quem se quiser dirigir agora para aquelas localidades só será informado...ao sair da rotunda!!!  Informar sobre as direcções   "Câmara Municipal" e "Mercado Municipal" (com os respectivos Parques) deixou de ser necessário, bastando "Centro" à entrada da Ponte da Mentira!

P.S.Ainda outra curiosidade. Um detalhe que não deixa de ser significativo:
A passadeira que precede a rotunda do Choupal  está sinalizada duas vezes!
Poderiam tirar um dos sinais  e pô-lo na Avenida 5 de Outubro p.e., onde continua a haver várias passadeiras disponíveis!

« Última modificação: Junho 01, 2017, 00:50:43 por rivel »
avelino leite araújo



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A MOBILIDADE DOS VASOS
« Responder #572 em: Fevereiro 22, 2017, 00:40:21 »
OU A SOLUÇÃO PARA O LIXO NO CARNAVAL?

   
avelino leite araújo



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Re:
« Responder #573 em: Fevereiro 23, 2017, 18:20:57 »
                                                                                                       

Elementos da Colectividade torriense "Ora ponha aqui ora ponha aqui o seu pèzinho" (depois de uma celebração religiosa), aguardando a chegada de agentes da PSP, entretanto solicitados, para lhes garantirem segurança no atravessamento da via e na deslocação para um restaurante na Zona Histórica.
O propósito desta Colectividade é considerar esta Praça e áreas adjacentes como Zona Exclusiva de Circulação de Pessoas ( ZECP), designação que preferem a Zona Pedonal, como me disse o Presidente.
Para tanto, elaboraram uma "Petição", que farão chegar ao Presidente da Câmara  Municipal, fundamentada no Documento " Estratégia de Mobilidade da Cidade de Torres Vedras - Síntese Final", da autoria de técnicos qualificados.
Ainda que não tenha lido tal "Petição", foi-me possível obter algumas fotos anexas à dita.
É delas que dou conhecimento, a seguir, em primeira mão aqui no Forum, pressupondo que a Direcção da "Ora ponha aqui ora ponha aqui..." me perdoe este desaforo. A qualidade "deixa muito a desejar", como me disse o Presidente, mas "dá para perceber".

Acontece, entretanto, que circula já pela cidade um "Abaixo-Assinado" a contestar a "Petição" da "Ora ponha aqui ora ponha..." , preconizando a utilização da Praça Wellington como parque de estacionamento gratuito, a recuperação da circulação automóvel no sentido ascendente da  rua 9 de Abril, a partir do Largo de S. Pedro,  a substituição do entroncamento por uma rotunda, e, finalmente, a reabertura ao trânsito automóvel da 1º de Dezembro desde a  5 de Outubro, já que, como diz o "Abaixo-Assinado", "não faz qualquer sentido a rua ter trânsito  de um lado das escadas e não ter do outro".
O teor deste "Abaixo..." é, por vezes, agressivo, chegando ao ponto de afirmar que "quem quiser passear que vá para o Parque Verde" ou "que vão a pé para o Arena".

P.S. Esqueci-me de dizer que na "Petição" da "Ora ponha aqui..." é referida a necessidade de uma rampa para deficientes que acedam à Igreja.

                                                                                                     

                                                                                                     

                                                                                                     

Os meus cumprimentos

A citação é de 2 de Julho de 2014

A foto do link abaixo é de 22 de Fevereiro de 2017

   Nota: retirei o link

De pino em pino, de vaso em vaso, devagar, devagarinho, ficou o Largo limpinho!

A Direcção da Colectividade recebeu com agrado esta iniciativa da C.M., ainda que surgida dois anos e meio depois da data da Petição, manifestando o desejo de que não sejam precisos mais dois anos para completar a obra.


« Última modificação: Junho 01, 2017, 00:55:58 por rivel »
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Obstinação?
« Responder #574 em: Março 02, 2017, 20:27:20 »

OBSTINAÇÃO ?


Num país da América Latina é assim.      https://goo.gl/fZUtuP

Na Europa também. 

Só em Torres Vedras é que não !!!


 ( A foto foi-me enviada por um amigo )

avelino leite araújo



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Largo Dr.Justino Freire
« Responder #575 em: Março 16, 2017, 02:41:20 »
 LARGO DR. JUSTINO FREIRE

Só há pouco tempo me apercebi das alterações ao trânsito neste Largo, aquando das Obras ali efectuadas:

A entrada  no Largo já não é de sentido único porque deixou de ser proibido inverter a marcha!     
                     
                       
                     
                        https://goo.gl/HVeNLZ

             
A Rua dos Cavaleiros da Espora Dourada continua a ser de sentido único mesmo sem a proibição de inverter a marcha.
               
               
           
               https://goo.gl/KUfVY8
               
Estas alterações terão sido motivadas por aturados exercícios de "leitura e    interpretação" da legislação, por parte de algum responsável mais qualificado.
Será de esperar que agora, o trabalho não fique por aqui.

  A ler aqui:

   Artigo 25     (Proibição)      (Retirei o link)   
 
   Artigo 28.     (Obrigação).   (Idem)

Quanto ao resto continua tudo na mesma, numa caldeirada de sinais, temperada,
entretanto, com um sinal que manda os automobilistas para o Parque, facultando-lhes, simultaneamente,  a possibilidade de seguirem nas direcções opostas!
       
https://goo.gl/dMlw3w
       
         
« Última modificação: Junho 01, 2017, 01:04:58 por rivel »
avelino leite araújo



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Re: \
« Responder #576 em: Março 27, 2017, 19:30:21 »
GREENFEST

As fotos que junto referem-se a um painel existente no Centro de Educação Ambiental ali colocado a propósito do evento.
           
             Nota: Retirei as fotos)
           
É de Mobilidade que se trata. Destaco:
- Bicicletas urbanas (Agostinhas)
- Ciclovia de Lazer, Barro - Santa Rita - Porto Novo
- Ciclovia urbana
- Rede de Ciclovias

BICICLETAS URBANAS DE TORRES VEDRAS  (AGOSTINHAS)
Tal como se previa, não têm cumprido minimamente a sua função. Para além de utilizações esporádicas de lazer, têm servido para actividades festivas, comemorações, recepções, etc.

CICLOVIA DE LAZER  BARRO - SANTA RITA -PORTO NOVO
A situação, além de curiosa, é preocupante:
A C.M. criou a Ciclovia do Barro em 2008 como alternativa ao automóvel

http://www.ciclovia.pt/ciclovias/3lisboa/1lisboa/tvedras/tvbarro.html

Esta Ciclovia nunca serviu para nada, mas até à deslocação da Rodoviária, ainda era possível reconhecer o percurso naquela zona.
A mutilação operada a partir da ponte da Variante,  não foi, contudo, suficiente para que se viesse ainda a considerar esta aberração como componente de uma Ciclovia mas agora de Lazer!
Pior ainda, que para chegar a Santa Rita e Porto Novo tenha que passar por esse "caminho rural" ( de muita utilidade para os agricultores) que dá pelo nome de "Ecopista do Sizandro" onde, como se sabe, quaisquer veículos motorizados podem circular.  De notar que a C.M. se "esqueceu"dela!

http://www.ciclovia.pt/ciclovias/3lisboa/1lisboa/tvedras/tvsizandro.html

 "COCLOVIA URBANA"
 Chamaram-lhe "Ciclovia das Escolas". Um mega disparate que  apenas serviu para a "foto de família
 Ainda existe sinalização nos passeios da Rua Henriques Nogueira e no passeio Poente da Rua Venerando de Matos.
A alteração do nome apenas vem provar que a Câmara meteu na gaveta mais cinco que faziam parte da

REDE DE CICLOVIAS URBANAS DE TORRES VEDRAS, a qual  foi dada a conhecer na Revista n.5 NOV/DEZ 2011

http://en.calameo.com/read/00055282279886a2a3fe4


OUTRAS ESTRATÉGIAS DA MOBILIDADE SUSTENTÁVEL:

Dois vídeos e um texto para ilustrar:

http://youtu.be/pXlOoASewHE

http://youtu.be/Hnr91IrAXSM

https://goo.gl/O5EAF7

Não será difícil concluir que o embuste é por demais evidente.

Cumprimentos


   
« Última modificação: Junho 01, 2017, 01:11:37 por rivel »
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Ainda o Largo de S.Pedro
« Responder #577 em: Março 31, 2017, 00:59:31 »

O Largo de S.Pedro levou uma limpeza geral . Foram-se os separadores (teriam sido vendidos à Câmara de Mafra?), foram-se os vasos e  está agora como sempre deveria ter estado.
Falta agora retirar os pilaretes da "Primeiro de Dezembro", fazer seguir o trânsito para a rua Cândido Reis (proibindo-o para a rua  Mouzinho de Albuquerque) e transformar a Rua Ten. Valadim - até à rua Gabriel Pereira - em zona pedonal, como o previsto.
Tanto tempo perdido  e dinheiro mal gasto!!!

avelino leite araújo



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MOBILIDADE NO PARQUE DO CHOUPAL
« Responder #578 em: Abril 05, 2017, 00:04:54 »
Nota: retirei as fotos, por impróprias

A primeira fotografia é mais um exemplo não só de incompetência como também da forma "atamancada" como são resolvidos os problemas.
 A entrada no parque, em curva, é  demasiado estreita, dificultando a circulação de automóveis e ignorando a de peões.
Mostram ainda, as duas últimas, o comportamento indecoroso e vergonhoso de automobilistas.
Muito curiosa a fita vermelha do pino!

P.S (6 de Abril) Já há progressos! Há que esperar mais um tempo e a obra ficará completa

https://goo.gl/PuEGiR
« Última modificação: Junho 01, 2017, 01:17:47 por rivel »
avelino leite araújo



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Re:
« Responder #579 em: Abril 15, 2017, 02:14:38 »


Ao ver há dias as dificuldades de orientação de um cego que circulava no Largo da Graça, interroguei-me sobre a maneira como este problema é visto na cidade.
Recolhi três apontamentos:
"Quanto a acessibilidades, tem de haver cedência de transporte gratuito para pessoas com problemas visuais, continuam por eliminar algumas barreiras arquitetónicas (pintar passadeiras e colocar avisos sonoros, obstáculos situados à altura do ombro, caixas da EDP , identificação de degraus com fita colorida antiderrapante, identificação de buracos na via pública, adaptação de paragens de autocarros, substituição de calçada por cimento nos passeios, passeios estreitos para a circulação de cães-guia."(1)

"O Gabinete de Apoio à Deficiência Visual (GADV) pretende contribuir para a promoção da autonomia e integração da pessoas com este tipo de deficiência.  Este Gabinete desenvolve o treino de competências para a execução de actividades da vida quotidiana, promove cursos de orientação e mobilidade...(2)

O que nós dizem os responsáveis sobre isto?
"A C.M. tem vindo a eliminar barreiras urbanísticas, nomeadamente junto das passadeiras para aumentar a facilidade de deslocação das pessoas com mobilidade reduzida.
Também tem colocado telas de passadeiras para invisuais que permite a detecção da localização das mesmas pelos invisuais , aumentando a segurança na sua travessia.” (3)

De entre as diversas anomalias a enfrentar por cidadãos cegos ou com deficiência visual acentuada, mostro algumas que observei:

http://i.imgur.com/cHZMY2C.jpg
http://i.imgur.com/c6es4Cc.jpg
http://i.imgur.com/g5jkzV0.jpg
http://i.imgur.com/ncTjn3N.jpg
http://i.imgur.com/HsA1utK.jpg
http://i.imgur.com/qHIYDNV.jpg
http://i.imgur.com/KvlhcJv.jpg
http://i.imgur.com/rIa65vZ.jpg
http://i.imgur.com/mTgSBUJ.jpg
http://i.imgur.com/RscAobM.jpg
http://i.imgur.com/4j7EvDP.jpg
                 A foto acima saíu inclinada mas dá para perceber
http://i.imgur.com/VORWqmt.jpg
http://i.imgur.com/J2K9mt3.jpg
http://i.imgur.com/SL5OX6b.jpg
http://i.imgur.com/JLBza3n.jpg
http://i.imgur.com/CSZ4Jrv.jpg
http://i.imgur.com/yqGYOer.jpg
http://i.imgur.com/JFbV2dO.jpg
http://i.imgur.com/m6qU5O5.jpg
http://i.imgur.com/mJd9pZC.png

Refiro, com reservas,  que, em toda a cidade, só existem DUAS passadeiras com telas de detecção:

http://i.imgur.com/vg5Et5v.jpg
http://i.imgur.com/jsS2u2P.jpg

Para melhor entendimento dos interessados,  aqui  os deixo com um texto esclarecedor do Presidente da Câmara:(4)
http://i.imgur.com/WkSxsYX.jpg
http://www.cm-tvedras.pt/assets/upload/revista/boletimjan08/boletimjan08.pdf





__________________________________________________________________________
(1) - Jornal Badaladas, edição de 1 de Março de 2013, a propósito de um Estudo de Caracterização dos Munícipes Portadores de Deficiência Visualorganizado pela Divisão Social da CMTV, existem 68 pessoas com deficiência visual grave e 38 com incapacidade visual igual ou superior a 30%
(2) - Revista Municipal Maio/Junho 2014
(3) - Jornal Badaladas, edição de 16 de Março de 2012, a propósito de declarações do Vice-Presidente da Câmara num seminário sobre mobilidade sustentável.
(4) Boletim  Municipal nº65, de Janeiro de 2008 da CMTV


____________________________________________________________________
ACÇÕES DE FORMAÇÃO E SENSIBILIZAÇÃO

Junto 3 fotografias retiradas da brochura "TORRES VEDRAS ACESSÍVEL - Planos de Promoção da Acessibilidade - Síntese das Acções Desenvolvidas
(Expositor da Mobilidade no GREEN FEST)


1.  https://s25.postimg.org/kvfsypx27/80DA37D7_C9A2_4E76_B878_3D44CBD83B41.jpg

2. https://s25.postimg.org/5ry88d02n/E3_D10_D8_B-_B77_E-45_F1-_B65_A-05056_C53_F4_D6.jpg

3. https://s25.postimg.org/mkow6scrj/F050BDC4_9827_4674_A676_7E24123C05E0.jpg


Os cegos não necessitam que as pessoas se sensibilizem com a sua situação. O que os cegos precisam é  que os responsáveis acordem e se sensibilizem, eles sim, para lhes criar condições de acessibilidade. (*)
Nas fotos pode ver-se

 - Um "cego" a conduzir (!) o "acompanhante"  (foto 1);

 - O "acompanhante" a segurar (!) o braço do "cego" (o braço da bengala )

  - Três "cegos" seguidos (!)  por outros tantos "acompanhantes", com um quarto a   
      assistir.

Desconheço o que se passou a seguir, qual o caminho que foi escolhido, como decorreram aquelas "Acções", se os acompanhantes continuaram na peugada dos "cegos", se estes foram confrontados com algumas das inúmeras barreiras.

Tive ocasião de abordar este assunto aqui no site em 02JUN2014 e 3JAN2016
Deixo aqui, uma vez mais, os  dois vídeos sobre o assunto, publicados naquelas datas.
Numa visualização atenta poder-se-á  constatar a ACTUALIDADE DAS SITUAÇÕES.

http://youtu.be/pXlOoASewHE

http://youtu.be/Hnr91IrAXSM

Isto é assim porque o
"Plano de Promoção de Acessibilidade responde à mudança do paradigma da Acessibilidade em Portugal, apresentando uma nova estratégia em torno do planeamento urbano ao qual se associa uma visão de democratização dos territórios através da Acessibilidade e Mobilidade para Todos.
A sua concepção consiste, essencialmente, no cruzamento do diagnóstico urbanístico e arquitectónico do território com o diagnóstico  social do município, em matéria de necessidade de Acessibilidade para Todos.
Esta abordagem interdisciplinar, com leituras a diferentes escalas, é a chave para que o Plano atinja os objectivos a que se propõem e ainda supere níveis de qualidade relativamente aos instrumentos legislativos em vigor (DL163/2006 de 8 de Agosto).
Esta abordagem exige uma metodologia simples mas eficaz que permite agir de forma sistematizada e metódica, monitorizado as diferentes fases e acções em curso". (Brochura acima)
Uf!!!

NOTA: Este fraseado não me é estranho ... Já li isto algures...

_______________________________________________________________________
(*) Barreiras arquitectónicas, telas nas passadeiras ( há duas e foram anunciadas mais 20), sinalização e marcação de passadeiras, eliminação das passadeiras de pedra, por escorregadias ( a da 5 de Outubro/ Camara Municipal, um exemplo entre muitas e a única que ali  se vê)




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A RUA 25
« Responder #580 em: Abril 24, 2017, 02:26:25 »
Afinal ainda há mais uma Rua para ser pensada. A 25
É a Raimundo Porta, a da GNR.
Larga que é. Parece de sentido único mas não é. Uma pista. Com uma rotunda, lisinha como ela, com o sinal "P" há anos a apontar para o Sporting. Ou será para as margens da Ribeira, para os agregados parques de estacionamento?
A única tinta que há por ali vai-se perdendo na passadeira.

Coisas que, como já é norma, ficam por fazer...

 
https://goo.gl/JuKfm6

https://goo.gl/XDY5pU

https://goo.gl/lV22W5
   
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Avenida General Humberto Delgado
« Responder #581 em: Maio 01, 2017, 00:00:59 »
PARA QUEM NÃO CONHEÇA
( O texto é longo, mas valerá a pena lê-lo até ao fim )

Cliente. Câmara Municipal de Torres Vedras
Projeto. Requalificação Urbana da Avenida General Humberto Delgado e Rua Teresa de Jesus Pereira...
Ano. 2009-2011
Descrição. O objetivo inicial e central do projeto é, di-lo a própria designação geral do trabalho, o da Requalificação Urbana do “espaço” constituído pelas Avenida General Humberto Delgado e Rua Teresa de Jesus Pereira.
E (Re)Qualificação é a palavra certa, exaltando o sentido etimológico de “voltar a” qualificar, de qualificar “de novo”. É inequívoco que esta Avenida foi desde o seu início dotada de verdadeira qualidade e sentidos urbanos. E, em muitos aspetos, porventura os mais importantes e mais estruturantes, ainda o é. Não nos devemos deixar ofuscar pelas aparências do muito que de menos positivo hoje em dia nela é possível verificar.
Infraestrutura determinante e estruturante do atual espaço urbano de Torres Vedras, claramente bem pensada e bem gizada, chamou a si e organizou de forma “natural” muito do crescimento da cidade nas últimas décadas, que articuladamente e dialeticamente, mutuamente se qualificaram. A Avenida, espaço urbano, servindo de âncora e estrutura organizadora para o edificado; este dotando-a do seu verdadeiro sentido e ambição, na marginação das atividades urbanas que possibilita, e na dignidade que o alinhamento minimamente regrado e o porte significativo lhe conferem.
Com esta base, que não deixou com certeza de servir como exemplo esta parte da cidade cresceu de uma forma regrada e organizada, tão ausente de outras cidades, e mesmo noutras zonas mais recentes desta; perdidas na volúpia parasitária de loteamentos dispersos, desconexos, absolutamente autistas ao seu “vizinho” imediato, espartilhados e espartilhando territórios e hipóteses de urbanidade.
Urbana também inequivocamente, entre a adjetivação e substantivação, quer pela vontade de honrar e recuperar esse passado qualificado (devidamente adaptado às exigências e anseios da contemporaneidade); quer também, precisamente face a essa atualidade, elegendo como dois outros objetivos gerais dois temas centrais da atual construção (sentido lato) da(s) urbanidade(s): a Acessibilidade e Mobilidade para Todos e o Desenvolvimento Urbano Sustentável.
Dito este título de outra maneira, de que formas tornar operativos, concretizáveis no espaço, no terreno, na obra esses outros objetivos gerais, essa vontade de Requalificação Urbana, com ênfase na Acessibilidade e Mobilidade para Todos e no Desenvolvimento Urbano Sustentável.
Quanto à Acessibilidade e Mobilidade para Todos as medidas e ações específicas passam, no essencial por:
- Criação de um Percurso Acessível (sem concessões a qualquer obstáculo a qualquer cidadão, quaisquer que sejam as suas condições físicas e mentais);
- Marcação específica e contínua de meios auxiliares de deslocação para invisuais (associado ao Percurso Acessível, reforçando as condições deste como elemento indutor de uma mobilidade verdadeiramente universal e democrática no acesso à cidade e ao espaço urbano);
- Criação de um canal de infraestruturas e mobiliário urbano (libertando o espaço urbano dos obstáculos que se geralmente nele se acumulam, articula-se com o Percurso Acessível, na efetivação da sua operacionalidade);
- Rigoroso e detalhado controlo das cotas de Projeto e Obra (garantido na maior extensão possível a eliminação de barreiras ao acesso ao comércio e equipamentos, entendendo estes como natural extensão do espaço público).
 
Em termos de Desenvolvimento Urbano Sustentável as medidas concretas a implementar são, entre outras:
- Aumento da área permeável (estacionamento sobre grelha de enrelvamento e caldeira contínua);
- Recolha das águas pluviais (no cruzamento das duas anteriores medidas e ligado a cisterna de depuração, permitir-se-á o aproveitamento para regas e/ou lavagens de ruas);
- Escolha rigorosa e correta do coberto arbóreo e herbáceo a instalar (sentido biológico, sensorial e ambiental);
- Reforço de arborização (aumento significativo da presença do verde em espaço urbano, com os consequentes benefícios ambientais e sociais);
- Gestão de iluminação (nomeadamente ao nível do desenho urbano - implantação e correção dos níveis de iluminação, e redução de consumos);
- Criação de um canal subterrâneo de infraestruturas (evitando gastos, poluição e resíduos sólidos em reparações ou instalações futuras de infraestruturas);
- Estudo de pontos de recarga de baterias de automóveis elétricos (permitindo a implementação de redes públicas e/ou privadas de Zero Emission Vehicles);
- Devolução da cidade ao peão (face à significativa melhoria das condições de acessibilidade e mobilidade e a qualidade do desenho do espaço urbano e das condições de usufruto e permanência no espaço exterior).


Planta de implantação
- [ ]

    https://s25.postimg.org/sd61ybdsv/IMG_3699.jpg

      https://s25.postimg.org/62i6ycgin/IMG_3700.jpg

      https://s25.postimg.org/cu8m175i7/IMG_3701.jpg

     https://s25.postimg.org/wq4lgqmjj/IMG_3702.jpg

     https://s25.postimg.org/njmatghb3/IMG_3703.jpg
« Última modificação: Maio 01, 2017, 10:39:59 por rivel »
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Avenida Humberto Delgado (Parte II )
« Responder #582 em: Maio 02, 2017, 00:29:16 »
Avenida Humberto Delgado  ( Parte II )

Então não é que em Vila Moura também há uma Avenida Humberto Delgado!
Não fazia a menor ideia.
Mas há.
Situada como a nossa,  numa zona "que cresceu de uma forma regrada...tão ausente de outras zonas mais recentes perdidas na volúpia parasitária de loteamentos dispersos, desconexos, absolutamente autistas ao seu vizinho imediato, espartilhados e espartilhando territórios e hipóteses de urbanidade"

Sugiro a leitura do texto contido no link adiante      https://goo.gl/X2KSy8
 (páginas 5, 6, 7, 8 e 9) e constatar-se-á  que assim é.

Ele há com cada coincidência!!!
avelino leite araújo



"Um governo seria eterno se oferecesse ao povo, todos os dias, um fogo de artifício".
Jules Goncourt

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A história da Rede de Ciclovias de Torres Vedras
« Responder #583 em: Maio 05, 2017, 23:32:26 »
A HISTÓRIA DA REDE DE COCLOVIAS DE TORRES VEDRAS
           

1. Começou em 2009 com um Projecto encomendado a uma conceituada firma nacional.
Veja-se adiante:        http://www.mobilidadept.com/projecto?id=188

Muito curioso o esquema da Rede, em língua inglesa.
Realço, entre todos os "Paths", o "Water Path" que parte do "Multipurpose Pavilion", segue ao longo do "Sizandro River", atravessa o "Health and Welness Path" nas imediações do Instituto da Vinha e do Vinho" (como assim?) e termina no "Cuco Spa"!


2. Dois anos depois, em Setembro de 2011, surge a

CICLOVIA DAS ESCOLAS

        https://s25.postimg.org/8fbpp7wgv/image.png
       
3. Em Novembro do mesmo ano (Revista Municipal Nov/Dez 2011,  é apresentado o Projecto "REDE DE CICLOVIAS URBANAS DE TORRES VEDRAS"

https://goo.gl/OaVoaN

4. Em 2013, surgem as AGOSTINHAS que nada têm a ver com a Rede.
 

E PRONTO.  QUANTO A BICICLETAS,  É O QUE A CIDADE OFERECE. UM MEIO SUAVE DE TRANSPORTE,  COMO ALTERNATIVA AO  AUTOMÓVEL!!!

QUANTO AO RESTO ... SÓ HÁ RESTOS.

PELO CAMINHO FICARAM OS GALARDÕES.
     
           
avelino leite araújo



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PROJECTOS, PROPÓSITOS
« Responder #584 em: Maio 23, 2017, 19:18:15 »
...PLANOS, PROMOÇÕES, PROPOSTAS, PROMESSAS, ETC.

Na sequência de mensagens anteriores relativas a Projectos da CMTV, as quais coloquei aqui no Fórum, vim a tomar conhecimento da existência do "Manual de Orientações Técnicas, Acessibilidade e Mobilidade"
A ele passo a referir-me:

"O acesso aos edifícios, a eliminação das barreiras arquitectónicas, mas também a facilidade, comodidade e conforto para quem faz do andar a pé a sua Mobilidade citadina, constitui não só uma obrigação legal como também uma exigência cívica e civilizacional.
Há que conferir condições de acesso àqueles que por esta ou aquela razão têm a sua mobilidade reduzida, sem qualquer dúvida.
Mas importa ir mais além, pensando o espaço urbano para quem o vive de forma pedonal, privilegiando esta opção e criando condições para que cada vez sejam mais aqueles que se deslocam a pé no interior da cidade.
Julgamos ser este o caminho e  é esta a nossa opção.
Um espaço público sem barreiras, com certeza. Mas também um espaço público confortável, seguro que ajude e facilite quem opte por andar a pé.
Este é o nosso desígnio.
Estamos muito empenhadas em o corrigir.
Contamos com o projecto Rampa para o alcançar"

O texto acima é da autoria de Carlos M.S. Miguel e constitui o Prefácio do Livro
"TORRES VEDRAS ACESSÍVEL
Manual de Orientações Técnicas
Acessibilidade e Mobilidade"

Este Livro foi apresentado aos munícipes numa sessão no Pavilhão Multiusos no dia 4 de Julho de 2014, aquando da Feira de S.Pedro, na qual foram divulgados os resultados dos Planos de Promoção da Acessibilidade e referido que os documentos incluem um diagnóstico em termos de Acessibilidade, terminando com propostas de intervenção em cinco áreas de actuação (1)

De acordo com a informação constante  no site da firma contratada (mpt.) foram 8 os Projectos encomendados pela C.M., um dos quais é o livro acima referido (2)

De notar que só os Projectos da "Rede Nacional de Cidades e Vilas referem matéria específica, incidindo nos "arruamentos que reúnem as características da centralidade urbana", sendo que  o texto que os apresenta é igual para todas as Câmaras Municipais!
No caso de Torres Vedras são eles a Avenida da Liberdade, a Rua António Batalha Reis, a Rua Santos Bernardes, a Rua  Ricardo Belo,  Praça da República, a Avenida 5 de Outubro, o Largo da Estação, a Rua Princesa Benedita e a Avenida Humberto Delgado.

Os restantes Projectos,  relativos aos Planos de Mobilidade das Câmara Municipais  não fogem à mesma singularidade  descritiva.

À  margem destes, existem dois Projectos da CMTV aos quais me referi  aqui no site. São eles o da Avenida Humberto Delgado/Rua Teresa de Jesus Pereira e o da Rede de Ciclovias de Torres Vedras.
O da Avenida traduz uma situação que, para além de risível e escandalosa é inadmissível, por configurar  um problema de auto-plágio eticamente reprovável.
Quanto ao das Ciclovias, não é fácil adjectivá-lo.

São estes os Projectos que têm sido apresentados fóra de portas?

Volto ao Livro, por achar de interesse referir que na vasta bibliografia indicada não consta a publicação "A CIDADE DAS (i)MOBILIDADES" da autoria de Paula Teles, CEO da firma que é a verdadeira  Autora e Editora do Manual.
 E como é vasta a matéria que foi transcrita daquele livro para o Manual,  deveria  constar neste o nome do Autor e do Editor, como acontece com idêntica publicação da  C.M. de Alvaiazere, p.e. (3)
Já o mesmo não se verifica  com a CM Loures, (outro exemplo), "gêmea" da de Torres Vedras, até nesta omissão (4)

 Tive ocasião de adquirir este livro na Câmara Municipal desta cidade, depois de o procurar, sem  êxito, na Biblioteca, nos Paços do Concelho e no átrio da Câmara e contribuí para que passasse a existir, como devia, na Biblioteca.

Depois de o  ler fiquei a conhecer a TIpologia  das Barreiras Arquitectónicas (Capitulo 1) , fiquei a saber também que as ditas podem ser  "removidas de forma simples, sem obra ...necessitar de pequenas empreitadas ... necessitar de um desenho urbano mais profundo ".   Mais à frente, Capitulo 2,  sou informado da TIpologia dos edifícios e da respectiva  legislação.
Há ainda os Capítulos 3 e 4.
Mas o melhor será consultar o livro da Câmara Municipal de Loures, cujo texto foi posto na Net,  na certeza de que não encontrará  nele quaisquer propostas concretas  de intervenção nas cinco áreas já referidas.

Terminada que foi a minha leitura do Manual, em que é bem patente a eloquência de todos os que para ele contribuíram, com destaque para a firma m.pt (mobilidade  Paula Teles?),  poder-se-á perguntar onde está o resultado do "desenvolvimento pioneiro (!) no que toca à criação de um território acessível ?     

 Deixo aqui Torres Vedras tal como a tenho vindo a observar no tema da Mobilidade e não só.

 

     
  http://www.forumdetorresvedras.pt/index.php?action=profile;area=showposts;sa=messages;u=116


Não se trata de opiniões , antes de situações reais,  deliberadamente ignoradas.

NOTAS FINAIS: Com tantas fotografias para a página de abertura, "Espaço Público, um Lugar de Encontro", escolheu a C.M. uma da rua 1 de Dezembro, mal sinalizada.
A rua é de " trânsito proibido" e não de "sentido proibido". Azar!

Em 1.3.1.28, pág. 69, a fotografia mostra um "percurso acessível": É da rua Serpa Pinto com um sinal trânsito proibido e outro de proibição de parar e estacionar. A bizarra situação foi, entretanto, corrigida.

Em 1.3.2.4, pág. 73, o "percurso acessivel" é o da rua Henriques Nogueira, em frente a um Café. Os técnicos esqueceram-se que a fotografia mostra um percurso de peões e bicicletas, a "Ciclovia das Escolas ". Azar!



______________________________________________________________________. 
  (1) https://goo.gl/VM4n5J       
       
       https://goo.gl/qB0ICN

 (2). http://www.mobilidadept.com/projetos

  (3). https://goo.gl/0hBek3

   (4) https://goo.gl/swDxOg
« Última modificação: Agosto 05, 2017, 16:36:56 por rivel »
avelino leite araújo



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